Como a blockchain pode descentralizar os vídeos dos YouTubers?

A plataforma de vídeos descentralizado (BitTube) pode ser a solução de vários YouTubers que estão sendo punidos por usarem claim nos seus vídeos!

No dia 27 de dezembro, o YouTuber Felipe Castanhari, do canal Nostalgia, fez um desabado sobre alguns dos seus vídeos, que pararam de ser monetizados depois que alguns detentores dos direitos autorais deram claim nos seus vídeos.

O vídeo que causou toda polemica (que não é de hoje, sobre os claims) é: “OS MISTÉRIOS DO ANTIGO EGITO – Nostalgia História”.

O problema é que uma hora após o vídeo ser publicado na plataforma, o mesmo perdeu a monetização porque Castanhare usou 15 segundo de um insert do canal BBC Studios, fazendo toda a monetização (100%) do vídeo ir diretamente para a emissora, fazendo com que o trabalho de seis meses do YouTuber fosse jogado pelo ralo.

Isso sem contar outro vídeo sobre a 2ª Guerra Mundial. A plataforma também cortou a monetização desse vídeo devido ao teor das imagens serem muito violentas. Veja o vídeo!

O mais interessando disso tudo, é que já existe uma lei que aborda os Claims (ou inserts) que a grande maioria dos YouTubers usam – chamada de fair use (uso justo) – no qual, qualquer vídeo pode mostrar algum trecho de vídeo de terceiro sem sofrer algum tipo de punição.

Isso sem contar que o próprio YouTube tem uma ferramenta chamada “Content ID”, que são robozinhos que ficam varrendo a plataforma para encontrar algum vídeo que possa ter direitos autorais e caso esse robô ache algum vídeo que tenha ao menos 2 segundo de algum vídeo de terceiro, o Content ID é ativado e toda a monetização – daquele vídeo – passa a ser do detentor dos direitos autorais.

Muitos YouTuber afirmam e com toda razão, é que esse tipo de, digamos assim, “punição” é completamente injusta por parte do YouTube. Porque a plataforma não se adequada ao uso justo de monetização caso algum YouTuber use os Claims. Ou seja, se o criador do vídeo usou 5% de algum conteúdo de terceiro (que esteja protegido), que a monetização daquele vídeo, 5%, seja direcionada ao detentor dos direitos autorais daquele vídeo e não 100% da receita.

Para maiores detalhes e esclarecimentos, veja o vídeo do Castanhari. Isso sem contar o famoso artigo 13 da União Européia, que foi aprovado e agora estão analisando como essa lei (de bosta, que tem a pretensão de defender a mídia offline) vai entrar em vigor. Saiba mais acessando este vídeo do Felipe Neto!

Tá, mas, e agora?

BitTube pode acabar com o reinando do YouTube!

Imagine você ter uma plataforma de vídeo descentralizada, onde você pode postar seus vídeos sem nenhuma censura e ainda ser monetizado por enviar vídeos e ser pago com criptomoedas!

Tem mais: Quando mais visualizações seus vídeos tiverem, maior será a quantidade de moedas que você irá receber. Não é demais!

Pois então, é essa a proposta da plataforma BitTube. Ser um – digamos assim – YouTube melhorado e descentralizado! Sem tantas frescuras e regras que muitas vezes acabam favorecendo os anunciantes e não os criadores de conteúdos.   

Lembram do caso do Julio Cocielo, que foi massacrado nas redes sociais por que muitos interpretaram seus Tuítes de forma equivocada? Se não se lembra clique aqui!

O caso foi tão feito e sem lógica que o YouTuber perdeu dois patrocinadores do seu canal. Pois então: se por acaso Cocielo e Castanhari tivessem usado a plataforma da BitTube, eles não teriam passado por esse perrengue, já que a BitTube usará a sua criptomoeda para pagar a quem utilizar a plataforma: tanto os criadores de conteúdos, quando quem estiver assistindo aos vídeos serão recompensado através da criptomoeda da plataforma, a TUBE. Ou seja, NADA DE ANUNCIANTES ditando as suas regrinhas, e sabemos muito bem que isso acontece!

Se você acessar a plataforma, você verá que a maior parte dos vídeos tem pouquíssimos acessos. Pouco ou quase nada de influenciadores digitais. Inclusive, tem até um usuário de codinome “Barnacules” afirmando o quanto é benéfico à descentralização do BitTube. Veja o vídeo!

Agora imagine um Youtuber adotando essa plataforma para publicar seus vídeos, vídeos esses que, por alguma razão descabida foi desmonetizado pelo próprio YouTube por conter alguns claims.

Não seria interessante o Felipe Castanhari jogar esses seus vídeos rejeitados pelo YouTube na plataforma do BitTube e ganhar pelo seu árduo trabalho?

Até o fechamento deste post, o valor de cada moeda da plataforma BitTube (TUBE) esta(va) custando US$0,32434 no CoinmarketCap.

Até o fechamento deste post, cada unidade da criptomoeda BitTube (TUBE) estava sendo negociada a US$0,03 cents. O valor mais alto que essa cripto chegou foi em abril de 2018, a qual a mesma chegou a US$0,35 cents (foto).

A plataforma é nova e tem um futuro promissor pela frente. No entanto, a mesma tem que ser adotada por grandes produtores de conteúdo para crescer, não só a plataforma, como a sua criptomoeda. Porque, quanto maior for a adoção, maior será o valor da moeda no mercado.

O market Cap da criptomoeda, ou seja – todo o valor em dinheiro que os investidores colocaram na compra da moeda – é de menos de três milhões e meio de dólares (US$3.484.339). Um valor de mercado ridículo! Tão ridículo que a potencialização de crescimento de mercado dessa moeda é astronômica.

Mas para isso, tem que ter a adoção, que vai gerar crescimento da plataforma, que por sua vez vai fazer o preço do ativo digital se valorizar muito. Contudo, alguém tem que dá o ponta pé inicial, e o candidato mais propicio a dá esse chute no gol é o Felipe Castanhari, seguido por Felipe Neto e fechando o rol do crescimento da plataforma, Anderson Nunes.

Para saber mais sobre o que o BiTube, leia essa analise que fizemos!