Por que você deve investir na LibryCredits?

Por que você deve investir na LibryCredits?
Por que você deve investir na LibryCredits?

Em abril o cantor Gusttavo Lima fez uma live no YouTube que durou 7 horas. Nesse período, entre uma música e outra o cantor consumia bebida alcoólica, cuja mesma era uma das patrocinadoras da live, além de outras patrocinadoras como a Cielo, Perdigão e Casas Bahia entre outras.

A LIVE foi sucesso absoluto tendo em média 5,5 milhões de acessos simultâneos. É óbvio que essa quantidade absurda de acesso deu muito mais audiência do que quaisquer emissoras tradicionais e algumas delas acabaram meio que, mexeram os pauzinhos para derrubar essa live e, olha; eles conseguiram.

Após meia dúzia de pessoas que não tem o que fazer – e adora ficar enchendo o saco dos outros – se incomodaram com a atitude do cantor durante a LIVE e denunciaram o vídeo. 

Como desgraça pouca é bobagem o Conar (Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária), órgão parasital que regula as publicidades no país entrou com uma investigação contra a live do cantor. Segundo o órgão parasital que acatou o comodismo de alguns autoritaristas, Gusttavo Lima estaria ingerindo bebida alcoólica em excesso e isso poderia estimular o consumo de álcool por crianças e jovens, além disso, a live não tinha classificação indicativa.

O mais incrível dessa hipocrisia é que muitos não reclamam quando o Big Brother Brasil entra no ar mostrando os participantes enchendo a lata, tomando aquele porre, fazendo insinuações sexuais e vomitando em público. Isso ninguém reclama! Por que será, né?

Mas então, vem aqueles defensores do programa e dizem: “Se não gosta não veja” ou “ninguém tá te obrigando a ver é só mudar de canal”.

Pois eu também digo as essas mesmas pessoas o seguinte: Se você não gostou da LIVE do Gusttavo Lima é só acessar outro vídeo. Ninguém tá te obrigando a ver algo que você não queira!

Mas aí tem aqueles pais que criaram seus filhos: a famosa geração ENZO – que não sabem dizer um NÃO para seus filhos. É mais fácil denunciar uma live no YouTube do que ‘proibir’ que seus filhos vejam tal, transmissão.

Esses fiscais da vida alheia acabam impondo a sua vontade com o apoio de algum órgão PARASITAL apoiado pelo ESTADO fazendo com que a minoria imponha a sua vontade sobre a vontade dos demais. Antes do cantor colocar a sua live como privado a mesma obteve 2.1 milhões de likes contra apenas 45 mil dislikes. Essa discrepância entre quem gostou e quem não gostou foi tão absurda e, mesmo assim, a minoria ganhou e o vídeo ficou privado.

Isso nos faz lembrar o caso do deputado Protógenes Queiroz (PCdoB) que, ao levar o seu filho de 11 anos (na época), ficou horrorizado ao ver o filme Ted. O deputado achou que o filme era pra criança e ao ver o teor do filme, cujo mesmo contava a história de um ursinho de pelúcia depravado e viciado em maconha, o parlamentar queria proibir a exibição do filme em todo o Brasil.

Naquela ocasião (2012), o deputado entrou com o pedido ao Ministérios da Justiça e da Cultura para que a exibição do filme fosse suspenso. É claro que a atitude do parlamentar causou indignação na população. É óbvio que, neste caso em questão, o deputado perdeu e a vontade da maioria ganhou e o filme continuou sendo exibido em todo o Brasil.

No entanto, quando criadores de conteúdo independente ficam famosos e viram influenciadores digitais e usam uma plataforma de vídeos ‘privado’ – aí a história muda de figura.

Chega de censura: Plataformas de vídeos descentralizado é a solução!

Desde dezembro do ano passado criadores de conteúdo relacionado às criptomoeda, por exemplo, vêm sofrendo com a censura que a maior plataforma de vídeos do mundo demasiadamente vem impondo a esses criadores de conteúdo: Canais derrubados, vídeos censurado e monetizados, vídeos não tendo o devido alcance entre outras frescuras. 

YouTube e a censura contra criadores de vídeos relacionado às criptomoedas
YouTube e a censura contra criadores de vídeos relacionado às criptomoedas

Mas não é só isso: Quando não é a plataforma com sua nova política de uso abilolada que ninguém entende, são as inserts que esses criadores usam apenas para deixar os vídeos legais e dinâmicos. 

Um bom exemplo disso é do YouTuber, Felipe Catanheri, que teve um dos seus vídeos desmonetizado, causando revolta ao criador. 

O vídeo que causou toda polêmica é: “OS MISTÉRIOS DO ANTIGO EGITO”, cujo vídeo perdeu toda a monetização porque o YouTuber usou 15 segundos de um insert do canal BBC Studios, fazendo toda a monetização do vídeo ir diretamente para a emissora, fazendo com que o trabalho de seis meses do YouTuber fosse jogado no lixo.

Não é só isso: Lembra quando os YouTubers: Felipe Neto ou Piter Jordão (do canal Enerd!) publicava um quadro chamado “Reaction”? Pois então, graças e esse mi-mi-mi desenfreado de direitos autorais, tanto esses YouTubers quanto muitos outros deixaram de publicar esses tipos de vídeos já que muitos detentores desse tipo de conteúdo acabavam sendo denunciados por possíveis violações de direitos autorais, então, para evitar que eles perdessem o seu canal por pura ignorância de alguns produtores milionários eles preferiram acabar com esses tipos de vídeos. 

Acabou a censura!!!

Essa patifaria está com os dias contados quando todos os criadores de conteúdo começar a utilizar a plataforma de vídeos Libry.TV.

Libry.TV, demostração da home
Libry.TV, demostração da home

A Libry.TV é uma plataforma de vídeos descentralizada! Isso significa que, uma vez que uma vídeo esteja publicado – não pode ser mais removido da plataforma. Simples assim!

Já o YouTube, por exemplo, está desmonetizado ou derrubando vídeos que mostra ou revele algumas verdades sobre a pandemia do novo coronavírus. Prova disso é o vídeo do YouTuber, Anderson Von Almeida, cujo vídeo “Dados confirmam: o lockdown foi inútil” foi derrubado após o mesmo viralizar nas redes sociais.

A maior plataforma de vídeos do mundo pode ter derrubado o vídeo do YouTuber, porém, o mesmo foi publicado na Libry.TV e pode ser visto clicando aqui.

No início deste post afirmei categoricamente que a ‘minoria sempre ganha’ e mais uma vez não foi diferente. A patrulha dos autoristaristas, ou seja, indivíduos que vão contra a sua opinião ou gosto pessoal denunciaram o vídeo e a maior plataforma de vídeos acatou e derrubou o mesmo.

O vídeo do YouTuber tinha mais de 331 mil visualizações, 10.158 likes e apenas 900 dislikes. Esses números mostram que a plataforma de vídeos (YouTube) não só está aliada a mídia tradicional, como também está aliada aos autoristaristas dando causa ganha a essa minoria.

Como disse agora  a pouco, essa patifaria acaba agora com a Libry.TV, pois não é só quem produz vídeos como, também, quem ver vídeos na plataforma é recompensado com a criptomoeda LBRY Credits (LBC), cuja mesma, no momento em que este post está sendo redigido cada unidade da moeda está sendo negociada a US$0,03 cents de dólar.

LBRY Credits (LBC)
LBRY Credits (LBC)

Além do usuário ser recompensado por ver vídeos na Libry.TV os mesmos poderam doar frações da criptomoedas LBRY Credits (LBC) para seus criadores. Ou seja, ao invés de você dar likes nos vídeos você pode doar frações da LBC para os respectivos criadores.

Sendo assim, todos que utilizarem a plataforma de vídeos Libry.TV ganham. Simples assim!

A criptomoeda chegou a valer US$1,18 no dia 18 de janeiro de 2018 e o fato da criptomoeda está valendo apenas 0,03 cents de dólar, isso demonstra que o projeto da LybrTV tem muito o que crescer.

Então, essa censura toda que a maior plataforma de vídeos do mundo está fazendo contra os criadores de conteúdo dos mais variados segmentos está apenas impulsionando para que as plataformas de vídeos descentralizadas ganhe ainda mais força e adeptos, pois, nenhum criador gosta de ver seu conteúdo censurado por autoristristas, mídia tradicional ou por puro mi-mi-mi da atual sociedade que não gosta de ver ou ouvir uma opinião diferente cuja essa mesma sociedade adora ser chicoteada pelo governo parasital brasileiro.

Acesse o nosso canal na LybrTV: https://lbry.tv/@batistacoin

Boa sorte a todos!